Em campo, o Botafogo enfrentará o Fluminense nesta quinta-feira (12), pelo Brasileirão, e o Flamengo, nas quartas de final do Cariocão, no fim de semana. Fora dele, porém, segue uma crise sem precedentes. Afinal, em petição protocolada na última terça-feira, a Eagle Bidco acusou o empresário americano John Textor de ter “sequestrado” a SAF do Glorioso.
Na mesma documentação, a empresa pede o indeferimento de três requerimentos apresentados anteriormente pelo social: a inclusão de Textor como réu na ação em curso, o ressarcimento de R$ 155 milhões ao clube e a nomeação de um interventor no impasse entre as partes envolvidas. Confira abaixo o que pede a Eagle.
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“A mudança repentina de postura do Clube Associativo não engana. O seu suposto arrependimento, além de extemporâneo, é fabricado tão somente para esta demanda. Afinal, enquanto o Sr. Textor dissemina na mídia mentiras e bravatas sobre ‘aportes’ na SAF Botafogo, mesmo sem possuir poderes para tanto e cujos termos, aparentemente, constrangem até seus mais fiéis adeptos, o presidente do Clube Associativo, Sr. João Paulo Magalhães Lins, reuniu-se mais uma vez com o Sr. Textor e disse à imprensa que poderia apoiar mais uma das suas manobras”, diz um trecho da petição. “De qualquer forma, o Clube Associativo nunca apontou qualquer ato concreto de ilegalidade, violação estatutária, abuso de poder ou desvio de finalidade por parte da Eagle Bidco que justificassem seu abstrato pedido de intervenção. Até porque o poder de gestão da Eagle Bidco está atualmente sequestrado pelo Sr. Textor que, como visto, opera com conivência decisiva e diária do Clube Associativo”, diz a nota.
Esta documentação, aliás, faz parte de um embate judicial que está na Justiça desde julho do ano passado. Desse modo, a Eagle recorreu à Justiça alegando a adoção de “medidas ilícitas” por Textor e solicitando a suspensão de atos praticados pelo empresário no âmbito do Botafogo. No entanto, o próprio clube se manifestou e afirma que retirou o pleito para nomeação de um interventor.
Empresa recua de pedido ao Botafogo
Contudo, a Eagle afirma que os pedidos recentes foram apresentados fora do momento processual adequado e acusa o social de alterar sua versão dos fatos após, segundo a empresa, ter contribuído de forma decisiva para o que chama de “caos financeiro” da SAF. Ao recuar do pedido, a empresa afirmou não saber nada a respeito do pedido de ressarcimento de R$ 155 milhões. A informação é do site O Globo.
“Além de completamente descabidos do ponto de vista processual, os pedidos do Clube Associativo revelam uma súbita mudança na sua postura diante do caos financeiro com que, frise-se, ele próprio cooperou e contribuiu no âmbito da SAF Botafogo. Sem qualquer constrangimento, o Clube Associativo deu um passo atrás e reformulou toda a sua narrativa, fingindo-se de rogado para imprimir um falso senso de isenção na disputa. Trata-se, no caso, de uma tentativa de terceirizar a culpa por atos praticados em conluio com o Sr. Textor”, concluiu a Eagle em documentação.
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