Nesta semana, o Flamengo encerrou sua primeira janela internacional de negociações e transferências de 2026 com três reforços: o goleiro Andrew, o zagueiro Vitão e o meia Lucas Paquetá.
Mesmo com apenas essas contratações, o clube gastou, ao todo, R$ 334 milhões.
A diretoria buscou suprir justamente as carências do elenco. Primeiro, um goleiro para disputar posição com Rossi, já que o reserva Matheus Cunha encerrou o contrato e se transferiu para o Cruzeiro. Assim, o Flamengo contratou Andrew, do Gil Vicente (Portugal), por 1,5 milhão de euros (R$ 9,4 milhões).
Depois, a diretoria acertou a chegada de um defensor para compor o grupo: Vitão, do Internacional, por 10 milhões de euros (R$ 65 milhões), incluindo o perdão da dívida referente a Thiago Maia, no valor de 4,5 milhões de euros (R$ 29 milhões).
Por fim, o clube foi ao mercado inglês e repatriou Lucas Paquetá, em uma negociação demorada com o West Ham. O meia custou cerca de 42 milhões de euros (R$ 260 milhões). Na visão do departamento de futebol, o jogador pode atuar em diversas funções entre o meio-campo e o ataque da equipe carioca.
Contratações do Flamengo na primeira janela de 2026:
Zagueiro Vitão (Internacional) – 10 milhões de euros (R$ 65 milhões)
Goleiro Andrew (Gil Vicente) – 1,5 milhão de euros (R$ 9,4 milhões)
Meia Lucas Paquetá (West Ham) – 42 milhões de euros (R$ 260 milhões)
Total: R$ 334,4 milhões
Antes desses reforços, o Flamengo tentou a contratação de Kaio Jorge, do Cruzeiro, mas não obteve sucesso. Para o lugar do demitido Filipe Luís, a diretoria trouxe o ex-técnico do Cruzeiro, Leonardo Jardim.
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