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Guerreiros do Almirante (GDA) reforçam apoio, identidade e transformação da cultura de arquibancada do Vasco da Gama; confira a história do movimento
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Guerreiros do Almirante (GDA) reforçam apoio, identidade e transformação da cultura de arquibancada do Vasco da Gama; confira a história do movimento

Guerreiros do Almirante (GDA) completam 20 anos e reforçam apoio, identidade e transformação na cultura de arquibancada do Vasco da Gama; confira a história do movimento Guerreiros do Almirante (GDA) completam 20 anos e reforçam apoio, identidade e transformação na cultura de arquibancada do Vasco da Gama; confira a história do movimento
Foto: divulgação GDA

No ano de 2026, a Guerreiros do Almirante, popularmente chamada de GDA pelos torcedores do Vasco da Gama, vai completar 20 anos de existência. Um legado de torcida e história dentro do Gigante da Colina. As canções são entoadas nas arquibancadas por todo o Brasil, e vídeos de apoio viralizam como forma de demonstrar o amor pelo Cruz-Maltino. Ao R10Score, o movimento falou sobre sua criação, importância e também posicionamentos.

Foca, presidente da GDA, ou capo, como são chamados os líderes das barras bravas, está no movimento desde a sua criação e foi quem conversou conosco.

Foca: A gente já há 20 anos. Uma parada que a gente nem imaginava, talvez, jogaram nisso, né? A gente fazia um dia de cada vez, a gente ainda faz isso, mas hoje a gente pensa um pouco mais no futuro. Posso dizer que hoje, depois de muita coisa entregue para dar uma cara nesses 20 anos, a GDA se posicionou e se colocou na realidade.

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Com isso, a gente fica muito feliz, mas com muita responsabilidade também. E acho que essa importância da GDA na arquibancada do Vasco, a GDA é fundamental para a arquibancada do Vasco. Assim como outras coisas mais, acho que a GDA é fundamental, porque o que a gente vem fazendo é a junção de muita coisa, né? É a junção de muita coisa que desencadeia no que a gente está fazendo ali, mas também é muita coisa que a gente está inventando, cara.

É muita coisa que a gente se referencia aqui e cola, mas que a gente também está criando, sabe? Eu acho que a gente é totalmente diferente de tudo que você já viu aí na arquibancada, tá ligado? E a gente traz uma parada muito real de vascaínidade ali, com referências de diversos lugares do cenário do futebol de arquibancada. Então acho que a GDA é fundamental, porque não se acha por aí o que a GDA tem, além dessa importância do canto por 90 minutos, das músicas que a gente prepara, desse grupo de compositores que a gente tem. Então a gente consegue fazer uma torcida de referência depois desses 20 anos para a arquibancada.

Postagem da GDA nas redes sociais sobre o apoio ao time do Vasco – Foto: divulgação GDA

O Vasco não vence grandes títulos desde 2011, com a Copa do Brasil, e o estadual desde 2016, ou seja, 10 e 15 anos de jejum, respectivamente, e momentos conturbados que poderiam afastar o torcedor do estádio, mas ocorre o efeito contrário. Aqui, o movimento explica como observa isso e a forma de levar para a arquibancada.

Foca: Acredito que gestão de torcida, gestão de arquibancada, ela não pode existir apenas na vitória, né? É… Eu acho que o mínimo que o torcedor tem que entender é que momentos ruins vêm e vão e não têm data, não têm programação. Ah, você vai passar 5 anos de momento ruim. Ah, você vai passar 10, você vai passar 15. É óbvio que quem está mais organizado, quem consegue ver, prever as coisas antes, consegue se organizar e pode ou evitar ou acabar com crises de formas mais rápidas.

O Vasco está aí nesse processo até hoje. E o que a gente tem que passar para o torcedor sempre, principalmente para os nossos integrantes, é que uma hora vai chegar. E assim, né? Não importa o time que o Vasco tenha, tá ligado? A gente entende que, com time bom, com time médio, com time ruim, a melhor forma, a fórmula de buscar a vitória, mesmo numa condição adversa, é sempre no canto, é sempre no apoio, é sempre no incentivo.

Então eu acho que a gente tem que viver deixando legados, deixando a nova geração ligada também. E é assim que é.

VEJA TAMBÉM: Vale a Escrita: “Sem maconha, o Vasco não ganha”; Vasconha detalha crescimento e impacto nas arquibancadas de São Januário

Durante alguns momentos, existiu nas redes sociais, e ainda há, o embate sobre a GDA não ter a cultura de vaiar ou questionar o time naqueles que são considerados espaços propícios a isso. A torcida explica, em sua visão, como é o comportamento.

Foca: A gente acredita para isso que ela foi fundada, para ser esse elo, coisas que, no tempo em que ela foi fundada, não estavam acontecendo no Vasco. E esse elo se fortalece no tempo de punição da Força Jovem, quando a gente, de fato, abraça o papo e pega a arquibancada e fala: não tem vácuo com a Força, não, a gente vai fazer também. E a gente segurou a bronca nesse tempo em que a Força foi punida.

Hoje a gente consegue ter uma torcida que tem uma história simples, assim, de dez músicas, nove são nossas. Nesse tempo em que teve o hiato, não foi nenhuma torcida que segurou esse vazio, esse vácuo. Então a gente tem muito orgulho desse elo aí.

Ao estrear nas arquibancadas de São Januário e do Maracanã, ainda em 2006, o mundo era diferente, não havia tantos avanços tecnológicos, com exceção do radinho de pilha e das máquinas fotográficas. Hoje, todos vão aos estádios com celulares. Existe o fator positivo nisso, mas também há questões negativas. A GDA mostra como acompanha esse cenário.

Guerreiros do Almirante (GDA) completam 20 anos e reforçam apoio, identidade e transformação na cultura de arquibancada do Vasco da Gama; confira a história do movimento
Torcida do Vasco da Gama, em São Januário, no espaço onde fica a GDA – Foto: Matheus Lima/CRVG

Foca: Muita mudança, muita mudança, mas quando a gente chega também é uma mudança, né? E o mundo está em plena mudança, em plena evolução, com mudanças muito rápidas. Hoje, com a tecnologia, o que já era tendência hoje não é, o que era moda não é, então acho que existem booms aqui, boom do antigo, boom do raiz, boom do tradicional, boom da nova linha, boom de algo pop que vai vir.

Enfim, a gente passou por isso e criou uma cultura de torcedor diferente, mais comprometido com a instituição Vasco da Gama do que com a instituição torcida, né? Isso trouxe muitas coisas benéficas, a gente trouxe pessoas que estavam ali acima de qualquer parada, pelo Vasco, entendiam sempre a GDA como um lugar para fazer diferente, né? E, com o tempo, muita coisa foi se perdendo também.

A gente perdeu muito também por falta de referência, né? Então a gente foi perdendo também o perfil desse cara mais enraizado na vascaínidade e também foi vindo um outro grupo de pessoas que traziam coisas novas, enfim, acho que é isso, não tem muito o que fugir. Hoje a gente tem uma crise geracional, tá ligado? A gente tem um problema geracional.

É uma galera que torce diferente, eu acho também que as torcidas não souberam formar, né? Eu acho que todos nós não formamos, a gente não tem tempo de formar, não tem apoio de nada, sabe? Os clubes não apoiam nada para a gente fazer alguma coisa para formar novos torcedores, o que gera até mesmo qualidade para a arquibancada, enfim, é tudo muito corrido.

E a gente, com essa crise geracional, de uma galera muito mais tecnológica, alguns pegam essa visão e trazem muitas coisas positivas para as torcidas, sabe? Aqui na GDA mesmo, o grupo de tecnologia que a gente tem é uma galera que está fazendo um trabalho absurdo, inclusive na questão de dados, de venda, de compra, todo esse aparato que a tecnologia pode trazer de positivo para uma torcida, essa galera também trouxe. Mas também tem o outro lado, uma galera mais presa à imagem, que eu também não sou contra, acho que a gente tem que ter mesmo um torcedor organizado, um cara de torcida que tenha 10, 15, 20 mil seguidores, pessoas se referenciando no que ele faz e fala, mas esse cara tem que estar ligado na missão do que está fazendo e não passar ideia errada.

Então, quer ver um exemplo? A gente está tendo noções de perigo, as pessoas ficam lamentando antes de cantar. O que eu tenho que recomendar é que a cultura do canto não pode morrer.

A torcida do Vasco se torna forte quando a gente tem a cultura do canto valorizada e enraizada. A galera já ia para o estádio, para trás do gol, sabendo que tinha que cantar. Então, como consertar isso é trazendo os antigos que fizeram isso, mantendo eles ali do lado, formando novos membros, novos torcedores com o ideal de cada torcida, e, no caso, hoje é nesse ideal que a gente trabalha, e depois conseguir resultados positivos com esses trabalhos. Mas acho que muita coisa também se perdeu com o tempo e nunca é tarde para recuperar.

Há cerca de um mês, o Vasco perdeu o craque Coutinho, que alegou problemas de saúde mental e pediu a rescisão de contrato. Isso dividiu opiniões no meio esportivo e também entre os torcedores. Só que o torcedor também sofre, sente até mais que o atleta no geral. Aqui, Foca fala sobre o assunto de forma mais leve e na visão de quem acompanha o Vasco no dia a dia.

GDA: Eu acho que a paixão pelo futebol é uma parada tão natural mesmo, que as pessoas não levam isso para terapia. Talvez o tempo dedicado, mas esse sofrimento do futebol, do clube, eu não sei se as pessoas levam. Eu, quando levo o Vasco para uma sessão de terapia, eu falo mais sobre a minha vida, o meu tempo e a minha dedicação a ele também e o quanto isso é bom ou ruim.

Mas, por exemplo, vou citar aqui. A final da Copa do Brasil foi muito dolorosa. Foi muito dolorosa. Porque a gente teve problemas de boicote mesmo aos ingressos das torcidas, sabe? A gente teve dificuldade para acessar o estádio. Foi um negócio muito ruim. Mas também teve a derrota, né? Toda a expectativa.

Então isso mostra um pouco. Acho que a gente ficou muito abatido. Inclusive, a resposta deste ano é mais demorada, porque a própria torcida… Porque a gente passou por um ano muito difícil em 2025, com uma grande final que poderia mudar tudo, e a gente perde. Foi um ano muito difícil, irmão. Então, sobre o Coutinho, assim, é… lamento, né? Mas já foi.

Mas é isso, acho que sobre a nossa saúde mental, ela é baseada no movimento do clube mesmo. Não tem muito o que fazer. Porque o futebol é assim. Você pode estar bem-sucedido, milionário, com a família estabilizada, todo mundo bem, mas, se seu time perde, a vida fica ruim, né? Muito doido.

Em 2022, em meio ao movimento da venda do futebol do Vasco para a 777, a GDA entrou em cena e fez diversos questionamentos sobre o método da venda, quem ganharia, quanto e os benefícios ao clube. O movimento sofreu uma enxurrada de críticas. Com o tempo, porém, a percepção é de que os questionamentos faziam sentido. Aqui, Foca, detalha como foi aquela situação. E os ataques pessoais que sofreu.

Foca: A repercussão na época foi horrível. Fui atacado de diversas maneiras. Me xingavam de tudo. Diziam que eu era vendido para o Leven, vendido para o Salgado, que a GDA tinha se vendido. A gente ouviu muita coisa. E o pior é que, quando a gente viu a pressão, pensou: a gente tem que mandar uma nota, né? Depois do nosso posicionamento como diretoria, a gente tem que ter uma nota como torcida dizendo que vai esperar para ver o que vai acontecer.

Mas aí a gente colocou um ponto em que, para fora, daria um suporte, um apoio, um voto de confiança, mas continuando com os questionamentos de antes. E não demorou muito para a gente ver que as pessoas são muito voláteis. Algumas passaram a nos criticar também por a gente dar esse voto de confiança. E, no fim das contas, a gente viu que estava certo. Porque a gente não estava buscando isso à toa. A gente levou a sério essa venda.

Se for para vender o futebol, que venda direito. Se for para vender o futebol, que venda com garantia. Se for para vender o futebol do Vasco, que seja vantajoso para o seu principal ativo, que é o torcedor. E está acontecendo de novo, uma nova venda. E, pelo que parece, as coisas são da mesma forma. Não tem muito esclarecimento. Mas hoje, vendo o clube, acho que ele está mais organizado, tem comando. Mas a gente tem que ver essa venda também.

Entre 2015 e 2018, o Brasil passou por problemas políticos graves, como a queda da presidente Dilma (PT) e a entrada de seu vice, Michel Temer (MDB) A GDA tinha, em São Januário, uma faixa com os dizeres “Temer Jamais”, que poderia ser interpretada de diversas formas. Aqui, eles explicam esse posicionamento e outros.

Foca: A gente já se posiciona de uma maneira antissistêmica mesmo, porque a gente já é parte disso, né? Quando surge, a gente era um grupo de vascaínos que pertenciam ali à Força Jovem, o povão, que não era muito lembrado, que gostava de cantar, enfim, que não era muito valorizado nas torcidas tradicionais. E aí a gente passa a valorizar isso e já é um choque muito grande, já traz uma ideia antissistêmica para a torcida.

Então não é muito essa ideia de direita e esquerda, até porque isso, dentro de uma organização de arquibancada, não faz muito sentido, mas sempre se posicionando. A gente se considera antifascista, debate questões sociais, temas que estão em alta na sociedade, engaja no que for benéfico para uma sociedade mais justa. A gente é uma torcida que vai além da arquibancada, tem um trabalho social forte, e não tem como não se posicionar contra opressões, desigualdades e mazelas.

Postagem em rede social da GDA – Foto: Divulgação GDA

É o mínimo? Entender que, se a gente se posiciona a favor das mulheres na arquibancada, também precisa combater o assédio, pensar em horários e transporte público mais seguros, garantir segurança para todos. Se a gente ignora isso, não está vivendo em sociedade. Então o posicionamento vai ser sempre esse, porque a gente entende a história do Vasco, o território que pisa e valoriza a vida dos seus integrantes e de todos os torcedores.

Como fazer parte da GDA, Guerreiros do Almirante?

Por fim, Foca explica como fazer parte do movimento nos dias de jogos do Vasco e no cotidiano.

Foca: Assim, fazer parte, é estar no dia a dia. Frequentar a sede, buscar soluções para as ideias, abraçar os projetos, entrar no estádio, cantar os 90 minutos, entender o valor de tocar um instrumento, de usar o material da torcida, de expor esse material, tudo que carrega a bandeira do Vasco da Gama.

Acho que, para fazer parte, é entender essa ideia. Já aconteceu de pessoas de outras torcidas brigadas com seus diretores quererem vir para a GDA para fazer número, achando que podem chegar com vários outros, e a gente rejeitar, porque não é esse o interesse. O interesse é ter pessoas engajadas com o ideal que a gente defende, que é o apoio nos 90 minutos, a preocupação com território, local, com os integrantes, de modo geral.

A gente não quer ter por ter, e sim ter quem acredita. Pessoas que comprem essa ideia e levem para frente, porque a gente precisa renovar e manter isso vivo. Sempre pensando no Vasco em primeiro lugar.

Também o simpatizante, a pessoa que não é afiliado à torcida, é muito importante, desde que pare do nosso lado e cante os 90 minutos. Acabou o jogo, vai para casa em segurança, mas sai sem voz, porque esse povão é tão importante quanto os integrantes. Porque, sem o coletivo, nada funciona. A gente pode ter a estrutura, mas a engrenagem é o todo, a coletividade.

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