A maior parte dos dirigentes do futebol brasileiro pediu para que a CBF não aprove novos gramados sintéticos pelo menos até 2026. A exigência é que antes seja realizado um estudo que comprove os benefícios e não os problemas que esse tipo de campo pode acarretar aos jogadores.
Com isso, a decisão para vetar os gramados sintéticos no Brasil passaria por um período de transição obrigatória, para que os clubes se adequem e utilizem campos naturais. Atualmente, não há qualquer restrição ou lei que proíba as equipes de adotarem esse tipo de gramado nas competições nacionais e internacionais, incluindo Sul-Americana e Libertadores. Por sua vez, a Fifa é contrária, mas não interfere nas decisões brasileiras. A informação da reunião é do portal ge.
Durante a conversa, houve a sugestão de ouvir novamente os atletas. No início deste ano, muitos jogadores publicaram vídeos em suas redes sociais se posicionando contra os gramados sintéticos.
Segundo dirigentes favoráveis ao material, “um gramado sintético de alta performance supera, em diversos aspectos, os campos naturais em más condições presentes em parte significativa dos estádios do país”. Ao menos cinco clubes se manifestaram a favor da grama sintética.
Na primeira divisão em 2026, Atlético-MG, Athletico, Botafogo e Palmeiras utilizarão esse tipo de gramado.
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