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Mazinho, campeão do mundo em 1994, lamenta a falta de camisas 10 e analisa o cenário atual dos treinadores brasileiros

Mazinho, campeão do mundo em 1994, lamenta a falta de camisas 10 e analisa o cenário atual dos treinadores brasileiros Mazinho, campeão do mundo em 1994, lamenta a falta de camisas 10 e analisa o cenário atual dos treinadores brasileiros
Thiago e Rafinha com o pai, Mazinho — Foto: Divulgação / Alcantara Foundation

Mazinho foi campeão do mundo em 1994 com a Seleção Brasileira e atuou por grandes clubes do futebol nacional e internacional. Já aposentado, passou seu legado aos filhos, Thiago e Rafinha Alcântara. O primeiro optou por defender a Espanha e chegou a disputar uma Copa do Mundo pela Fúria. O segundo não alcançou o mesmo sucesso do irmão, mas defendeu a Seleção Brasileira nas categorias de base.

Durante entrevista, Mazinho afirmou que o futebol carece de camisas 10, o clássico meia de criação. Ele também fez uma crítica aos treinadores brasileiros, que classificou como ultrapassados e necessitados de atualização.

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“Acabaram nossos 10, nossos extremos, nossos centroavantes. São muito poucos. Falta muito jogador, falta muito para melhorar essa Seleção, penso eu. E acredito que o Ancelotti vai tentar fazer isso, porque vai ter que fazer”, disse Mazinho sobre a ausência de camisas 10 no Brasil.

“Sempre tem, né? Quando aparece algo diferente, sempre tem. É complicado. Hoje, como a gente fala, acabaram nossos 10, nossos extremos, nossos centroavantes. São muito poucos. Antigamente, você olhava para Vasco, Flamengo, Palmeiras, Botafogo, Corinthians, Grêmio, Internacional, Atlético-MG, Cruzeiro, e havia jogador para todos os lados. Você tinha tantos camisas 10 que não sabia a quem escolher. Hoje em dia, não temos mais isso”, analisou o campeão do mundo de 1994.

Mazinho revela como conheceu Ancelotti

Na Itália, Mazinho atuou contra Ancelotti, atual técnico da Seleção Brasileira, que comandará o Brasil na Copa do Mundo em junho. O ex-jogador comentou sobre o italiano:

“Sim, eu joguei contra ele na Itália. A princípio, não estava de acordo. O Brasil foi cinco vezes campeão do mundo com treinadores brasileiros. Mas é preciso entender que os nossos treinadores precisam se atualizar. O jogador vem de fora com outro nível. Vem com Guardiola, com o Ancelotti, quando estava no Real Madrid, com o Klopp. São treinadores de altíssimo nível, que trabalham em grandes clubes e seleções”, afirmou.

“Nossos treinadores aqui não se atualizam nesse sentido. Eu não apoiava um treinador estrangeiro, mas, vendo um treinador como o Ancelotti, que conheço bem e que trabalhou com meu filho no Bayern de Munique, além do que fez no Real Madrid, você percebe que pode funcionar. Falta material humano? Falta. Não sei como ele vai se ajustar”, concluiu, em entrevista ao Abre Aspas, do GE.

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