A Copa do Mundo de 2026 começa em junho, e muitos debates envolvem a saúde dos jogadores e o calor em campo. Nesta semana, um grupo de 20 cientistas especialistas em saúde, clima e desempenho esportivo enviou uma carta aberta à Fifa alertando para os riscos que todos os envolvidos com as partidas podem correr nos países-sede, Estados Unidos, México e Canadá.
No documento, as diretrizes da entidade são classificadas como “inadequadas” e podem trazer danos graves aos atletas. Os profissionais alegam que as orientações da Fifa vão contra estudos científicos e que a posição da entidade é “injustificável”, diz a publicação em um trecho.
“A segurança dos jogadores é uma preocupação imediata e urgente, porque as coisas podem dar errado muito rapidamente quando as pessoas sofrem de hipertermia. Estamos preocupados com o fato de a Fifa estar agindo de forma imprudente com a saúde e a segurança dos jogadores”, alertou Andrew Simms, diretor do New Weather Institute, que coordenou a carta, à BBC.
Tanto nos Estados Unidos quanto no México, as temperaturas em determinados momentos podem atingir entre 30°C e 35°C durante o dia, podendo chegar a 40°C. A previsão é que somente dois dos 16 estádios não atinjam essa marca.
Na Copa do Mundo de Clubes, nos Estados Unidos, em 2025, houve muito debate sobre o calor e também sobre partidas paralisadas sob ameaças de raios.
Veja as principais reivindicações dos cientistas para a Copa:
• Adiar partidas acima de 28°C WBGT;
• Pausas para hidratação mais longas, de pelo menos seis minutos;
• Instalações de refrigeração para os jogadores;
• Atualizações regulares das diretrizes com base nas informações científicas mais recentes.
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